
O vereador Landmark Rios reforça a cobrança por transparência nas mudanças envolvendo o Consórcio Guaicurus, responsável pelo transporte coletivo de Campo Grande. A venda da concessionária ao Grupo HP Mobilidade, de Goiânia, levanta questionamentos sobre o valor da negociação e os compromissos assumidos pela nova empresa para melhorar o serviço oferecido à população. A Câmara Municipal também cobra informações detalhadas sobre a transação, cujo valor oficial não foi divulgado publicamente nos documentos citados pela imprensa.
Um dos principais pontos de preocupação é a situação da frota. Dados da intervenção municipal apontam que os ônibus tinham idade média de 10,4 anos em 2026, acima do limite contratual de cinco anos, e que 45,7% dos 446 veículos encontrados nas garagens tinham mais de uma década de uso. Diante desse cenário, Landmark defende que a mudança de controle venha acompanhada de compromissos concretos de renovação dos veículos, manutenção adequada e instalação de ar-condicionado, garantindo mais conforto e segurança aos passageiros.
Para o vereador, a população precisa saber quais investimentos serão realizados, em quanto tempo os ônibus serão renovados e quais garantias serão exigidas pela Prefeitura antes de autorizar a transferência definitiva. A mudança de empresa não pode significar apenas uma troca de proprietários, mas precisa representar melhorias reais para quem depende diariamente do transporte público. Landmark também defende fiscalização rigorosa e transparência em todas as etapas do processo, para que os usuários não continuem pagando por um serviço que não atende às necessidades da cidade. O mandato mantém a defesa do projeto Ar no Busão, que prevê mais conforto para os passageiros do transporte coletivo de Campo Grande.



