
O vereador Landmark Rios (PT) participou, no domingo (18), de uma plenária dos acampamentos rurais organizada pela CUT, que reuniu lideranças do campo, representantes de movimentos sociais e militantes da reforma agrária em Mato Grosso do Sul. O encontro foi realizado na sede do SISTA-MS, em Campo Grande.
Durante o debate, Landmark destacou a importância da organização dos movimentos sociais como estratégia central para avançar na luta pela terra e pela reforma agrária. Em sua fala, o vereador alertou para as dificuldades políticas enfrentadas no Congresso Nacional e defendeu mobilização permanente ao longo de 2026.
“A reforma agrária só vai acontecer se nós estivermos organizados como movimento. Não vai vir de forma fácil, porque hoje nós temos um Congresso que articula todos os dias contra o governo Lula e contra os movimentos sociais”, afirmou.
O parlamentar também resgatou agendas realizadas em Brasília ao longo do último ano, ao lado de outras lideranças políticas e sindicais, para pressionar ministros e garantir orçamento e ações concretas para o setor.
“Nós estivemos inúmeras vezes em Brasília cobrando da ministra Simone Tebet, do ministro Paulo Teixeira e do ministro Haddad. Este ano precisa ser de vigilância e mobilização permanente pela reforma agrária e pela agricultura familiar”, completou.
Landmark reforçou ainda que 2026 será um ano decisivo para o país e para os trabalhadores do campo, defendendo atenção redobrada na escolha de representantes comprometidos com a pauta agrária.
“É preciso saber quem está do lado da reforma agrária, da agricultura familiar e de quem produz comida para a mesa do povo. Esse debate é fundamental”, pontuou.
Também presente na plenária, o empresário e expoente do Partido dos Trabalhadores em Mato Grosso do Sul, Carlos Bernardo, destacou o compromisso do vereador com a pauta e o papel dos movimentos sociais na construção de avanços concretos.

“O Landmark é um companheiro que esteve muitas vezes em Brasília defendendo a reforma agrária, participando de reuniões com a CUT e com os movimentos sociais. Pessoas assim não podem ser esquecidas, porque se dedicam de verdade a essa luta”, afirmou.
Carlos Bernardo também chamou atenção para os entraves políticos que dificultam o avanço da reforma agrária no país, especialmente no Congresso Nacional.
“Hoje a reforma agrária não é prioridade no Congresso, porque a maioria é de direita e ultradireita. Por isso, é fundamental fortalecer o governo Lula e eleger representantes comprometidos com a agricultura familiar e com quem vive da terra”, acrescentou.



