“Entrou mais dinheiro, mas investiu menos”: Landmark cobra prioridades no orçamento de Campo Grande

A queda de 39,64% nos investimentos da Prefeitura de Campo Grande chamou atenção durante a audiência pública realizada nesta quarta-feira (30), na Câmara Municipal. Os dados apresentados mostram que os investimentos caíram de R$ 145,2 milhões em 2025 para R$ 87,6 milhões neste ano. Ao mesmo tempo, a arrecadação cresceu: o IPTU, por exemplo, teve alta de 5,80%, chegando a R$ 516 milhões até o segundo quadrimestre, enquanto o ISS cresceu 8% e somou R$ 504,8 milhões.

O cenário levantou questionamentos sobre a aplicação dos recursos públicos e a capacidade do Município de transformar o aumento da arrecadação em melhorias para a população. Durante o debate, vereadores cobraram mais investimentos em áreas como infraestrutura, pavimentação, tapa-buracos, saúde e zeladoria. O vereador Landmark Rios acompanha a discussão defendendo que o orçamento municipal priorize as necessidades dos bairros e garanta que os recursos sejam efetivamente aplicados em serviços que impactam o dia a dia da população.

A discussão ganha ainda mais importância com a elaboração da LOA de 2027, que prevê um orçamento de R$ 7,7 bilhões para Campo Grande. Entre os temas debatidos também estiveram recursos para saúde, educação e meio ambiente. Para Landmark, a definição do orçamento deve considerar investimentos capazes de melhorar a infraestrutura da cidade e também fortalecer políticas ambientais e a produção de alimentos, incluindo a valorização do cinturão verde e de comunidades produtoras como a Agrovila Campão Orgânico.

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