
Representantes dos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), trabalhadores da saúde, gestores e conselhos participaram da 10ª Conferência Municipal de Saúde de Campo Grande, etapa preparatória para a 18ª Conferência Nacional de Saúde. O encontro debateu os desafios da saúde pública e reuniu propostas para fortalecer o SUS e ampliar a participação popular na construção das políticas públicas.
Na abertura, o presidente do Conselho Municipal de Saúde, Jader Vasconcelos, destacou que a conferência é o principal espaço democrático para discutir os rumos da saúde.
“Ela é a etapa mais importante da democracia participativa do SUS. É aqui que a população, os trabalhadores, os gestores e os prestadores se encontram para avaliar realidades, apontar problemas e construir coletivamente as diretrizes da política de saúde.”

Representando os usuários, Sebastião de Aquino Júnior criticou o sucateamento da saúde pública e defendeu a mobilização da sociedade.
“Vamos construir e desconstruir essa política de sucateamento, de terceirização e de desmobilização. Nós temos que resistir a isso.”
A representante do Ministério da Saúde, Silvia Uehara, ressaltou a importância de planejar o futuro do SUS.
“A gente só trabalhando vai acudindo as urgências do dia a dia, mas precisa parar para organizar o nosso futuro.”
Já o presidente do Conselho Estadual de Saúde, Ricardo Bueno, criticou o desrespeito às decisões dos conselhos e reforçou a posição contrária à terceirização dos serviços de saúde.
Presente na conferência, o vereador Landmark Rios reafirmou seu compromisso com a defesa do SUS, dos servidores públicos e do controle social.
“Sou defensor, na Câmara Municipal, do SUS, dos servidores do SUS, contra a privatização, contra o fechamento de unidades e contra a terceirização. E não fazemos isso sozinhos, fazemos junto com usuários, servidores e sindicatos. Precisamos fortalecer cada vez mais essas instâncias.”
A defesa da saúde pública também faz parte da atuação permanente do mandato de Landmark na Câmara Municipal. O vereador tem se posicionado contra a privatização e a terceirização dos serviços de saúde, acompanha as demandas da população por meio de fiscalizações nas unidades e mantém diálogo constante com sindicatos e conselhos de saúde. Para Landmark, fortalecer o SUS, valorizar seus trabalhadores e garantir investimentos na rede pública são medidas essenciais para oferecer um atendimento digno à população de Campo Grande.




