Agrovila Campão Orgânico pode ganhar infraestrutura, Landmark leva demanda dos pequenos produtores à LDO

A valorização dos profissionais da educação voltou ao centro do debate na Câmara Municipal de Campo Grande nesta terça-feira (8), após um consenso entre os vereadores para que cada parlamentar pudesse escolher duas emendas entre aquelas que haviam sido vetadas para serem levadas à votação em plenário. Entre as escolhas do vereador Landmark está o item 16 da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2027, voltado ao cumprimento do piso salarial do magistério. 

A proposta será direcionada especialmente para atender demandas da Agrovila Campão Orgânico, comunidade formada por famílias que vivem e trabalham com a produção rural e que enfrentam dificuldades relacionadas à infraestrutura e ao acesso a serviços públicos.

A emenda prevê a criação de espaços com moradias, escolas, unidades de saúde, vias de acesso e serviços públicos essenciais, garantindo melhores condições para que as famílias possam permanecer no campo, produzir e viver com dignidade.

A inclusão da medida entre as emendas escolhidas reforça uma das principais pautas defendidas pelo vereador Landmark: ampliar as políticas públicas voltadas às comunidades rurais e garantir melhores condições para os pequenos produtores.

Para o parlamentar, a situação da Agrovila Campão Orgânico demonstra a necessidade de transformar as demandas das comunidades em prioridades no orçamento municipal.

A proposta das agrovilas reúne diferentes áreas em uma mesma política, como habitação, infraestrutura, saúde, educação e apoio à produção rural. Na prática, a iniciativa busca criar condições para que as famílias tenham estrutura para permanecer na atividade e gerar renda no campo. 

Mais do que uma previsão orçamentária, a medida abre caminho para que Campo Grande avance em uma política permanente de apoio às famílias rurais em situação de vulnerabilidade.

Landmark afirma que seguirá trabalhando para que a emenda destinada à Agrovila Campão Orgânico não fique apenas no papel e possa se transformar em investimentos concretos, levando infraestrutura e melhores condições de vida para quem vive e trabalha no campo.

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